Wisecrop integra a tecnologia John Deere para aproximar a maquinaria da gestão da exploração agrícola
A Wisecrop integrou na sua plataforma a tecnologia John Deere. Os percursos das máquinas passam a ser importados automaticamente para o Sistema Operativo Agrícola, o que permite saber onde cada máquina andou, quanto tempo esteve em campo e que área percorreu, sem instalar aparelhos de localização a bordo.
Como funciona
Liga-se a conta John Deere à conta Wisecrop. A partir daí, os percursos entram sozinhos na plataforma e aparecem em mapa, junto ao histórico de cada parcela. Não é preciso instalar nada na máquina nem registar nada à mão, nem por parte do operador nem de quem gere.
Porque é que isto muda alguma coisa
As máquinas já registam por onde andam. O que acontecia até aqui é que esse registo ficava no sistema do fabricante, separado do sítio onde se planeiam as campanhas, se controlam custos e se cumprem as obrigações de caderno de campo. Quem quisesse ter as duas coisas juntas tinha de instalar localizadores próprios, mesmo em máquinas que já os traziam de origem.
Com o percurso dentro do mesmo sistema onde estão as parcelas, as atividades e os custos, passa a ser possível confirmar o que foi feito, onde e quando, sem depender da memória de quem conduziu nem de folhas preenchidas no fim do dia.
Para quem quiser aprofundar
A integração John Deere junta-se ao conjunto de ligações disponíveis no Hub Wisecrop, que reúne fabricantes de maquinaria, fornecedores de sensores, laboratórios e sistemas de gestão. Ligar a plataforma a sistemas de outras empresas é uma das linhas de trabalho constantes da Wisecrop, partindo da ideia de que escolher o equipamento e escolher o sistema de gestão devem ser duas decisões separadas.
Sobre o que muda numa exploração quando as operações passam a ter localização registada, há um artigo no blog e o caso da Rota Única, um grupo alentejano de 1 500 hectares de amêndoa que acompanhou 57 operações e 16 000 quilómetros de percurso ao longo de uma campanha.
