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Performance de equipa medida pela 1ª vez
Com dois sócios-gerentes, Inês e Filipe, a viver na exploração, mas a trabalhar a tempo inteiro fora da mesma, a PTachio precisava de visibilidade operacional real que permitisse ver os resultados, mesmo quando a luz do dia, na hora de saída ou na de chegada, já não o permitia. Encontrou-a no Wisecrop.
Performance de equipa medida pela 1ª vez
Fundada pela Inês e pelo seu marido Filipe, a PTachio é um projeto pioneiro de pistácio na Herdade de Vale Figueira, Arraiolos. A Inês, engenheira agrónoma, trouxe para o projeto a experiência que desenvolveu com a cultura do pistácio em Espanha e lidera a visão agronómica da exploração, a par de uma aposta forte em tecnologia.
Ainda em fase pré-produtiva, a Ptachio faz da gestão criteriosa dos custos a sua maior prioridade, porque chegar ao break-even passa, antes de mais, por controlar o que se gasta antes de colher o primeiro fruto.
Gerir uma exploração de pistácio em fase de instalação, com a Inês e o Filipe a trabalharem ambos a tempo inteiro fora da herdade, impõe desafios que vão muito além da agronomia. A PTachio enfrentava três problemas concretos antes de implementar o Wisecrop:
O pistácio ainda não tem referências estabelecidas em Portugal. Sem dados próprios, o planeamento da campanha seguinte era uma estimativa às cegas.
A implementação do Wisecrop na PTachio centrou-se nas ferramentas de registo e monitorização operacional: GPS nos tratores, aplicação de Mão de Obra e o complemento de registo de tarefas. O resultado foi uma visibilidade que, nas palavras do próprio gestor, nunca antes tinha existido.
Cada tarefa registada no Wisecrop fica disponível para consulta em qualquer momento. A Inês e o Filipe passaram a conseguir reconstruir o que se fez na semana passada ou no mês anterior com facilidade.
Além do acompanhamento de percursos, permite prevenir comportamentos indevidos e melhora a coordenação entre os operadores.
Com o registo de horas por trabalhador, a PTachio passou a calcular o custo real de cada operação agrícola. Números que agora servem de referência para negociações com prestadores externos e para planear campanhas futuras.
Realização de relatórios internos por operação, com detalhe de horas por trabalhador, produtividade, e comparação entre operadores internos e prestadores externos, uma capacidade de análise que simplesmente não existia antes.
O pistácio não tem dados de referência em Portugal. Construir o seu próprio histórico posicionará a Ptachio, a médio prazo, entre as poucas explorações com dados sólidos sobre esta cultura.
Atualmente são a Inês e o Filipe que fazem o registo das tarefas. O passo seguinte, já planeado, é integrar os trabalhadores no uso do Kiosk, reduzindo o esforço de registo e aumentando a autonomia da equipa à medida que os tratamentos avancem.
O dia a dia da nossa exploração torna-se muito mais simplificado quando conseguimos ter acesso à rega, aos percursos, às caldas e produtos utilizados numa só plataforma.
Inês Lopes - Sócia-Gerente · PTachio
Não teria chegado a esses números, por muito que inventemos que o nosso "caderninho" serve para alguma coisa. Muda o planeamento para o ano seguinte e o acompanhamento da produtividade da nossa malta.
Filipe Figueira - Sócio-Gerente · PTachio